Comprar ou arrendar casa: qual a melhor solução?

📘  Artigo escrito por Gaiacasas

  jul 14, 2021 | Tempo de leitura 2,10 seg

O que compensa? Comprar ou arrendar?



apoio ao arrendamento

É um dos investimentos mais importantes da sua vida, pelo que deve pesar bem os prós e os contras das diferentes situações: deve comprar ou arrendar casa?

Neste artigo, vamos mostrar-lhe as vantagens e desvantagens de comprar e arrendar casa para que decida pela melhor opção.

Descubra aqui o que fazer para alugar casa

Os portugueses têm uma preferência: comprar casa. Pelo menos é o que diz o relatório da União Europeia,
com dados referentes a 2019, no qual se aponta que 73,9% dos portugueses é dono da sua própria casa –
incluindo nesta elevada percentagem os que ainda estão a pagar o imóvel ao banco.

Mas será que comprar é a melhor opção?

Entre comprar ou arrendar casa, não existe uma resposta certa. Tudo depende dos benefícios e das desvantagens,
bem como do que lhe parecer mais confortável e adequado às suas necessidades e possibilidades.

Muitas pessoas defendem esta opção por variados motivos, a começar pelo investimento a longo prazo em que algo que é nosso.
Sem esquecer ainda de que a prestação do crédito habitação poderá ser, na larga maioria dos casos,
bem mais baixa do que pagar uma renda mensal.

Ainda assim, nunca é demais relembrar que comprar casa própria implica ter algum investimento financeiro inicial,
além de ter de compreender que se trata de um compromisso financeiro a longo prazo.

Afinal, não paga apenas a prestação bancária, mas também impostos, seguros, eventuais obras de melhoria, despesas de manutenção,
condomínio, entre outros custos que poderá não estar a considerar numa fase inicial.

Ou será que o melhor é optar pelo arrendamento?

Por outro lado, arrendar pode ser entendido como a possibilidade menos favorável,
por estar a pagar imenso dinheiro por algo que nunca será seu.

Mas, sem dúvida, que é um processo que também tem as suas vantagens, nomeadamente para jovens em início de carreira,
que não têm capital próprio para pagar a entrada de uma casa; além de se evitar muitas outras responsabilidades custosas
que ficam a cargo do proprietário do imóvel, isto é, do senhorio.

De igual modo, é possível descontar no IRS 15% do valor anual de renda, com o limite anual de 502 euros.

Além disso, o arrendamento permite não ficar preso a um imóvel durante muitos anos,
o que lhe dá a possibilidade mudar de zona, independentemente dos motivos que o levam a tomar essa decisão.
No fundo, tem mais liberdade e facilidade em trocar de casa.

Comprar ou arrendar casa? A DECO fez as contas

“A Associação para a Defesa do Consumidor, em parceria com a revista Dinheiro&Direitos de janeiro/fevereiro de 2021, apresentou os custos simulados para a compra de casa e para o arrendamento”

deco


Assim deste modo a situação fica mais mais explícita para os cidadãos
que se encontram em dúvida quanto ao cenário ideal.



Nesse sentido, a DECO considerou um apartamento T2 com uma renda mensal de 900 euros
e uma caução inicial de dois meses de renda, e assumiu que a mesma se mantém ao longo de 30 anos –
período médio de um crédito habitação. Para comparar valores, fez-se ainda uma simulação de
compra de imóvel no valor de 150.000 euros.

Custos de arrendar casa

  • Investimento inicial (caução de duas rendas): 1.800 euros
  • Custos de rendas adicionais ao longo de 30 anos: 322.200 euros
  • Benefício fiscal em sede de IRS: 15.060 euros
  • Custos totais ao fim de 30 anos: 308.940 euros

Aqui pode ver as casas para comprar

Custos na compra de casa

  • Valor da venda: 150.000 euros
  • Montante solicitado: 80% da avaliação, ou seja, 120.000 euros,
    logo uma entrada de 30.000 euros
  • Empréstimo bancário a 30 anos, com uma taxa de juro nominal
    de 1%, com dois titulares
  • Taxa de juro inalterada ao longo dos 30 anos – apenas para
    simplificação dos cálculos, visto que a mesma pode
    variar ao longo do tempo do empréstimo
Custos iniciais a considerar:


  •  Entrada do imóvel: 30.000 euros
  •  Custos notariais: 700 euros
  •  IMT: 3.000 euros
  •  Imposto do selo sobre a aquisição: 1.200 euros
  •  Comissões iniciais do crédito: 800 euros
  •  Imposto do selo sobre o crédito: 900 euros
  •  Subtotal: 36.600 euros
Custos subsequentes:


  •  Amortização crédito: 120.000 euros
  •  Juros suportados: 18.950 euros
  •  Seguro de vida: 12.000 euros
  •  Seguro multirriscos-habitação: 6.000 euros
  •  IMI: 15.000 euros
  •  Condomínio: 18.000 euros
  •  Subtotal: 189.950 euros

Custos totais ao fim de 30 anos: 226.550 euros





Qual o melhor cenário?

“Segundo as diretrizes da DECO, contas feitas, ainda que muito superficialmente, conclui que na luta entre comprar ou arrendar casa, a compra sai claramente vencedora. ”

Independentemente da sua decisão, saiba que pode contar com a Gaia Casas
para ajudá-lo em todo o processo e a conseguir, assim, encontrar a casa dos seus sonhos.



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